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Piodermite de superfície

As piodermites caninas são infeções purulentas da pele. Existem três tipos de piodermite em cães - piodermite de superfície, piodermite superficial e piodermite profunda.

A otite externa é um diagnóstico muito comum na clínica de pequenos animais. Um estudo realizado com 100 veterinários de pequenos animais no Reino Unido, demonstrou que 7% dos cães consultados no verão apresentavam piodermite de superfície.1

Na piodermite de superfície, a infeção limita-se às camadas epidérmicas interfoliculares da pele, o que significa que o tratamento tópico é a escolha terapêutica mais adequada. A piodermite canina está geralmente associada a infeções estafilocócicas, principalmente por S. pseudintermedius.

As formas mais comuns de piodermite de superfície são a dermatite piotraumática (também conhecida como dermatite húmida aguda, eczema húmido ou "hot spot") e o intertrigo (piodermite das dobras cutâneas).

1. Modus Market Research Report (2007)

O que causa piodermite de superfície?

A causa subjacente da dermatite piotraumática não é clara mas implica frequentemente uma infeção oportunista da pele após um traumatismo autoinduzido que altera a função da barreira cutânea. Os fatores que precipitam o autotraumatismo em cães incluem a dermatite atópica, hipersensibilidade alimentar, dermatite alérgica à picada de pulgas, outros ectoparasitas, otite externa ou dor que faz com que o cão se lamba, morda ou esfregue a pele.

O intertrigo é desenvolvido como resultado da fricção entre duas superfícies de pele. É um problema comum em raças de cães com dobras cutâneas e cães obesos, que podem desenvolver dobras cutâneas adicionais. O supercrescimento microbiano nestas áreas também é maior em zonas onde existe má ventilação e/ou humidade elevada (secreções cutâneas, lágrimas, saliva ou urina).

As alterações hormonais também podem contribuir para a proliferação de organismos infeciosos uma vez que afetam os mecanismos imunitários da pele.

Sinais clínicos

As lesões são tipicamente eritematosas, pruríticas, exsudativas. Dependendo da localização podem estar cobertas de pelo aderido.

Diagnóstico

O diagnóstico da piodermite de superfície baseia-se na revisão dos sinais clínicos e na história médica. A citologia, a cultura bacteriana e a sensibilidade a antibióticos também podem ser necessários. Se se suspeitar de uma patologia cutânea alérgica subjacente, podem ser realizados mais testes de diagnóstico para determinar a alergia específica do cão. Os testes realizados em sangue permitem estabelecer se o paciente tem uma patologia endócrina como o hipotireoidismo ou o hiperadrenocorticismo (síndrome de Cushing). Também podem ser necessários se existem outros sinais clínicos que sugiram que estas podem ser a origem do problema.

Tratamento

Para a dermatite piotraumática, é essencial rapar o pelo e lavar as zonas afetadas para aumentar a ventilação da pele, eliminar restos infeciosos e permitir uma melhor avaliação. Em alguns casos, isto será suficiente para interromper o autotraumatismo e permitir a cicatrização, apesar de que a maioria de casos vai necessitar um tratamento antimicrobiano e antipruriginoso adicional. Também vai ser importante corrigir qualquer problema subjacente que se tenha detetado.

A forma mais eficaz de tratar o intertrigo é a eliminação ou redução das dobras cutâneas afetadas. Em alguns casos pode ocorrer perda de peso, mas em casos graves e recorrentes será necessária cirurgia.

Está indicado rapar os pelos em cães de pelo comprido com infeções das dobras cutâneas para remover o pelo aderido que pode acumular sujidade na superfície da pele e impedir uma correta ventilação. No entanto, em raças de pelo curto, rapar os pelos pode causar arranhadelas e traumatismos na pele do lado oposto da dobra, provocando uma maior irritação.

Como na dermatite piotraumática, a limpeza da pele é essencial e podem ser usados produtos antimicrobianos tópicos para o tratamento da infeção bacteriana. As infeções por leveduras como Malassezia pachydermatis também são observadas com frequência no intertrigo, sejam sozinhas ou em combinação com infeções bacterianas e nesses casos devem escolher-se preparações com eficácia antifúngica.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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